Despertam curiosidade as críticas sofridas pelas ideias de revitalização do Cinema Icaraí e do complexo esportivo do Caio Martins, em Niterói. Nos dois casos, chovem queixas quando se fala na hipótese da abertura de hotéis em parte dos espaços para viabilizar financeiramente as reformas deles.
É preciso calma nessa hora. São hotéis; não presídios, necrotérios ou lixões, eternos vizinhos rejeitados.
Numa cidade com carência de leitos para turistas e vizinha da sede da Copa e das Olimpíadas, propostas de novos hotéis merecem atenção e discussão.