No Carnaval, no metrô cheio ou na barca escassa (e cada vez mais cara), entre um “alalaô” e um chato “ai se te pego”, sempre vinha alguém a cutucar: “Ainda querem ter Copa e Olimpíadas aqui!”
Já na Passarela do Samba, com o novo setor par pronto em cima da hora, como a homenagear à antiga escola, alguns apontavam a organização dos desfiles como o exemplo a ser seguido. A indústria criativa do Carnaval merece respeito, prova que o carioca trabalha duro o ano todo para fazer bonito. Muito bonito. Como um samba de Luiz Carlos da Vila.