O presidente da empresa que edita o Diário Oficial, Haroldo Zager, era estagiário do Pasquim, nos anos 70, na época da célebre e desbocada entrevista de Leila, em defesa da mulher e da liberdade, em plena ditadura. Ele fez questão de enfatizar o caráter “mecenas” do espaço, garantindo apoio e divulgação aos projetos que ocuparem a sala.
Já o prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, depois de dizer que o novo endereço cultural tem “a cara de Niterói”, bradou um “viva Leila Diniz!”. A atriz, que é nome de rua no bairro de São Francisco, também deve ser lembrada no futuro Museu do Cinema, em São Domingos. Aliás, outro “São” Domingos, o Oliveira, foi o diretor que transformou Leila em musa, com filmes como Todas as Mulheres do Mundo.