A festa é dedicada ao escritor modernista Oswald de Andrade, “que soube usar a arma do riso”, nas palavras do amigo e crítico Antonio Candido, de 92 anos, na abertura do evento.
A propósito, na peça O rei da vela, de 1933, Oswald usa uma ilha tropical da Baía de Guanabara como um dos cenários, para ridicularizar o poder econômico, a ganância e as desigualdades sociais, entre outras mazelas.